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Padarias já se planejam para vendas no fim do ano

Com a aproximação das festas de fim de ano, há um aumento pela procura de produtos típicos do Natal, como panetones, bebidas, aves, entre outros. Até mesmo a tradicional ceia pode ser encomendada por quem busca praticidade.

Otimista, o setor da panificação já faz os primeiros movimentos para incentivar os clientes a irem às compras. O Sindicato e Associação Mineira da Indústria de Panificação (Amipão) promove mais uma edição da campanha de Natal Premiado “Compre e Concorra”.

Para participar, basta fazer uma compra acima de R$20, incluindo um produto de fabricação própria, nas padarias cadastradas e preencher um cupom respondendo à pergunta: “Qual o melhor lugar para fazer compras neste natal?”. O grande vencedor ganhará um carro 0km e a padaria de onde sair o cupom ganhador, juntamente com os funcionários da área de atendimento, ganharão um cartão premiação no valor de R$ 5 mil.

No ano passado, 60 padarias da Região Metropolitana de Belo Horizonte e do interior do estado participaram da promoção e cerca de 300 mil cupons foram distribuídos. A promoção será realizada entre os dias 13 de novembro e 25 de dezembro. O sorteio acontece no dia 30 de dezembro, às 18h, na sede da Amipão. Em breve, o regulamento completo e mais informações no site www.portalamipao.com.br.

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Muito além do cacetinho: fermentação natural, padeiro no comando e clima descolado são marcas das padarias gourmet

Quando se fala em padaria, pães expostos em um balcão de vidro ou embalados em saco plástico são provavelmente a primeira imagem que vem à mente de quem vive em Porto Alegre. Mas moradores da região central da cidade já experimentam outra realidade na hora de preparar o café da manhã.

Em bairros como Centro, Cidade Baixa, Bom Fim, Moinhos de Vento, Rio Branco, Auxiliadora, Higienópolis e Bela Vista, multiplicam-se o número de versões gourmet, dedicadas exclusivamente à fabricação de diferentes tipos de pães, boa parte produzidos de modo artesanal e em pequena escala.

Somente nos bairros citados, a reportagem contou mais de uma dúzia de padarias nesse estilo, a maioria inaugurada nos últimos quatro anos. Algumas podem, inclusive, confundir quem passa na frente, por levarem fachadas discretas ou lembrarem um café. Outras sequer existem fisicamente, funcionando como clubes de assinaturas de pães sob encomenda.

Em comum, vendem, além de pães, a ideia de que é possível consumir um produto de qualidade superior por um preço semelhante ao praticado pelo supermercado. Muitas exaltam a fermentação natural — mais lenta, o que torna o alimento de fácil digestão —, e outras inspiram-se na confeitaria internacional, e adotam nomes em francês ou inglês. A maioria parece passar incólume a qualquer tipo de crise econômica, vendendo quase tudo o que produzem diariamente.

— É um nicho que vai desenvolver ainda mais, porque o pão das padarias e supermercados em Porto Alegre, em geral, não é agradável. Em plena crise, há espaço para esse tipo de coisa, e não é só porque as pessoas precisam comer. Tem a ver com um estilo de vida que começaram a ter e não querem abrir mão — avalia a professora de Antropologia da Alimentação da UFRGS Maria Eunice Maciel.

A pesquisadora também chama as padarias gourmet de “boutique de pães”. Além de estarem localizadas em regiões de maior poder aquisitivo, o pão vendido nesses locais pode custar caro — nos lugares onde a venda é por unidade, há opções entre R$ 9 e R$ 20. Se, por um lado, oferecem um ambiente mais moderno, de certa forma, aproximam-se do passado, quando o dono da padaria era o próprio padeiro.

Mais do que vender produtos diferenciados, no entanto, destaca que todas se apresentam como “espaços de sociabilidade”. Ou seja, não se resumem a um lugar que comercializa pão. Várias também funcionam como cafés, e quase todas proporcionam uma relação mais próxima entre o consumidor e o produtor — em alguns desses espaços, há cursos de fabricação de pães e fermentação artesanal.

— Às vezes nós já abrimos a loja com fila. As pessoas gostam de chegar aqui, ficar, conversar, tirar foto da prateleira. Querem ser ouvidas e acolhidas — conta Amanda Sparemberger, sócia da Levain Club.

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Entre, a Casa é sua!

Novo projeto da Assessoria de Relações Sindicais da FIEMG apresenta o Sistema FIEMG para presidentes sindicais 09/08/2019 Entre, a Casa é sua! Novo projeto da Assessoria de Relações Sindicais da FIEMG apresenta o Sistema FIEMG para presidentes sindicais Presidentes de sindicatos empresariais recém-empossados participaram nesta quinta-feira, dia 8/08, do novo projeto da Assessoria de Relações Sindicais da FIEMG: Entre, a Casa é sua!

Rodrigo Rezende Simões, presidente do Sindicato da Indústria de Cal e Gesso no Estado de Minas Gerais (SINDICALGE); Rogério Mascarenhas Cezarini, do Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem no Estado de Minas Gerais (SIFT-MG) e Winicius Segantine Dantas, do Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Panificação e Confeitaria e de Massas Alimentícias e Biscoitos de Minas Gerais (SIP-MG), conheceram as áreas técnicas do Sistema FIEMG e todos os serviços, produtos e estrutura oferecidos que seus associados podem ter acesso.

Laila Katina, assessora de Relações Sindicais da FIEMG, explica que o “Entre, a Casa é sua!” é um projeto que substitui o “Conhecendo o Sistema FIEMG” e tem como objetivo mostrar ao novo presidente sindical o que o Sistema FIEMG tem a oferecer. “Foram apresentadas, de forma macro, tudo o nós temos para os sindicatos. Depois é preenchido um questionário onde é sinalizado o quê os empresários desejam conhecer a fundo nas áreas”, ressalta. A assessora afirma que a ARS é apresentada de forma mais detalhada porque é a porta de entrada para as demandas dos sindicatos. “Os sindicatos precisam saber o que a Casa tem para oferecer. Os sindicatos são a razão de ser da federação”, diz.

Winicius Dantas, da Amipão, tomou posse há menos de um mês e afirma que a parceria entre sindicatos e Sistema FIEMG é muito importante. “A entidade tem apoiado a indústria da panificação no crescimento do setor, na reformulação do nosso parque industrial e nas discussões tributárias”, ressalta.

Rodrigo Simões, do SINDICALGE, já teve acesso a alguns serviços do Sistema FIEMG, mas não conhecia toda a estrutura. “Essa gestão tem feito um ótimo trabalho porque tem dado grande importância ao trabalho dos sindicatos. Neste contexto que o imposto sindical não é mais obrigatório, a FIEMG tem nos dado todo o suporte”, argumenta.

Rogério Cezarini, do SIFT-MG, confessa que ficou encantado com a estrutura montada em prol da competitividade da indústria. “No questionário eu marquei todas as opções porque tenho muito interesse em conhecer tudo o que a FIEMG tem de apoio à indústria e pode repassar para os nossos associados”.

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Parceria Amipão com Óleo Verde

A Amipão, através do programa Fiemg competitiva, firmou parceria com a empresa Óleo Verde.
Essa empresa coleta óleo de fritura usado nas padarias, e pagará pelo litro do óleo o valor de R$ 0,60 ou trocará por produtos de limpeza.
A Óleo Verde disponibilizará um recipiente (bombona) para que a empresa possa armazenar o óleo.
Esse benefício será exclusivo para padarias associadas. Saiba como lucrar com o óleo usado pela sua empresa e ainda preservar o meio ambiente. Informações: (31) 3282-7559.


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