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Varejistas podem salvar micro e pequenas empresas

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Micro e Pequenas Empresas do Simples Nacional terão mais tempo para entregarem a Defis

O Comitê Gestor do Simples Nacional adiou para o dia 30 de junho o prazo de entrega das Declarações de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis). O envio do documento é obrigatório para Micro e Pequenas Empresas (MPE) optantes do Simples Nacional que faturam até R$ 4,8 milhões por ano. Mais informações no Portal do Simples Nacional.

A Defis é uma declaração que apresenta as  informações contábeis e fiscais da empresa, entre elas: o faturamento, número de empregados, lucro, receitas, rendimentos e identificação dos sócios e ganhos de renda variável. “Todas as empresas optantes pelo regime tributário simplificado, exceto o Microempreendedor Individual (MEI), devem entregar essa declaração”, explica o Superintendente do Sebrae Minas, Afonso Maria Rocha.

Tradicionalmente, o prazo final para envio da Defis é no dia 31 de março. Porém, devido aos impactos do novo coronavírus (Covid-19), excepcionalmente, este ano, o prazo final será no dia 30 de junho. 

Lembrando que não há multa pela entrega em atraso da Delfis, porém, ficarão impedidas de gerar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), ou seja, as guias de recolhimento dos impostos mensais. Dessa maneira a empresa ficará inadimplente e o DAS só voltará a ser gerada apenas quando a Defis for entregue.

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Padarias permanecem abertas em Belo Horizonte

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Minas Gerais registra crescimento de 6% no setor de padarias em 2019

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FIEMG Competitiva e AMIPÃO realizam treinamentos

O programa FIEMG Competitiva, em parceria com o Sindicato das Indústrias de Panificação do Estado de Minas Gerais e pela Associação Mineira da Indústria de Panificação, que juntos formam a AMIPÃO, promoveu, em novembro, o treinamento de Promotor de Vendas para a Panificação.

O curso foi realizado na sede da FIEMG e teve a participação de 15 empregados de padarias associadas à AMIPÃO. Ministrado por Felipe Alvim, que tem mais de 15 anos de experiência como consultor nas áreas de Vendas, Atendimento ao Cliente e Motivação, teve o intuído de capacitar funcionários da área de vendas das padarias. “As expectativas são que eles aprendam técnicas e desenvolvam habilidades em promoção de vendas, e assim, possam ajudar suas empresas a alavancar ainda mais o seu negócio nesse final de ano”, afirma Daniela Aguiar Soares, gerente de Recursos Humanos da AMIPÃO.

No programa do treinamento Promotor de Vendas para a Panificação foram abordados temas como Novas Estratégias de Vendas, Erros mais comuns no atendimento e Ferramentas digitais para gerar mais negócios, dentre outros.

Já no mês de setembro foi realizada a Consultoria em visual merchandising para padarias. A consultoria foi dividida em quatro workshops, realizadas na AMIPÃO, e visitas individuais às empresas. “Essa consultoria teve como principal objetivo adequar e alinhar os processos, produtos e serviços das padarias, melhorando o faturamento e a competitividade dessas padarias por meio do visual merchandising. No entanto, o principal ganho nesses três meses de trabalho foi a troca de experiência entre os empresários.

Durante a consultoria eles tiverem a oportunidade de realizar um intercâmbio entre as padarias participantes e observar os principais pontos discutidos durante os workshops”, esclarece Ana Carolina , analista de projetos do FIEMG Competitiva. Os workshops coletivos tiveram como temas a “A importância do visual da loja”; “Ampliando o conceito de exposição dos produtos”; “Técnicas de exposição de produtos” e “O processo de montagem dos espaços”. Também foram realizados diagnósticos iniciais em cada uma das padarias, para que a consultoria tivesse um direcionamento mais assertivo, de acordo com as reais necessidades da loja.

“A AMIPÃO teve muito êxito com a retenção desses associados. Por meio de um depoimento no último encontro, uma das empresas relatou que passou a conhecer o sindicato e a valorizar mais a entidade à partir da consultoria. O trabalho foi um sucesso!”, ressalta Daniela Soares, gerente de RH da entidade. Entre os empreendimentos participantes estava Jacqueline Ribeiro de Castro, proprietária da padaria Jacqueline, que aprovou a iniciativa. “Agradeço a oportunidade de ter participado desse projeto. Foi muito enriquecedor, aprendi muito, foi estimulante conhecer outros empresários e trocar conhecimentos”, afirmou Castro.

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Padarias já se planejam para vendas no fim do ano

Com a aproximação das festas de fim de ano, há um aumento pela procura de produtos típicos do Natal, como panetones, bebidas, aves, entre outros. Até mesmo a tradicional ceia pode ser encomendada por quem busca praticidade.

Otimista, o setor da panificação já faz os primeiros movimentos para incentivar os clientes a irem às compras. O Sindicato e Associação Mineira da Indústria de Panificação (Amipão) promove mais uma edição da campanha de Natal Premiado “Compre e Concorra”.

Para participar, basta fazer uma compra acima de R$20, incluindo um produto de fabricação própria, nas padarias cadastradas e preencher um cupom respondendo à pergunta: “Qual o melhor lugar para fazer compras neste natal?”. O grande vencedor ganhará um carro 0km e a padaria de onde sair o cupom ganhador, juntamente com os funcionários da área de atendimento, ganharão um cartão premiação no valor de R$ 5 mil.

No ano passado, 60 padarias da Região Metropolitana de Belo Horizonte e do interior do estado participaram da promoção e cerca de 300 mil cupons foram distribuídos. A promoção será realizada entre os dias 13 de novembro e 25 de dezembro. O sorteio acontece no dia 30 de dezembro, às 18h, na sede da Amipão. Em breve, o regulamento completo e mais informações no site www.portalamipao.com.br.

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Muito além do cacetinho: fermentação natural, padeiro no comando e clima descolado são marcas das padarias gourmet

Quando se fala em padaria, pães expostos em um balcão de vidro ou embalados em saco plástico são provavelmente a primeira imagem que vem à mente de quem vive em Porto Alegre. Mas moradores da região central da cidade já experimentam outra realidade na hora de preparar o café da manhã.

Em bairros como Centro, Cidade Baixa, Bom Fim, Moinhos de Vento, Rio Branco, Auxiliadora, Higienópolis e Bela Vista, multiplicam-se o número de versões gourmet, dedicadas exclusivamente à fabricação de diferentes tipos de pães, boa parte produzidos de modo artesanal e em pequena escala.

Somente nos bairros citados, a reportagem contou mais de uma dúzia de padarias nesse estilo, a maioria inaugurada nos últimos quatro anos. Algumas podem, inclusive, confundir quem passa na frente, por levarem fachadas discretas ou lembrarem um café. Outras sequer existem fisicamente, funcionando como clubes de assinaturas de pães sob encomenda.

Em comum, vendem, além de pães, a ideia de que é possível consumir um produto de qualidade superior por um preço semelhante ao praticado pelo supermercado. Muitas exaltam a fermentação natural — mais lenta, o que torna o alimento de fácil digestão —, e outras inspiram-se na confeitaria internacional, e adotam nomes em francês ou inglês. A maioria parece passar incólume a qualquer tipo de crise econômica, vendendo quase tudo o que produzem diariamente.

— É um nicho que vai desenvolver ainda mais, porque o pão das padarias e supermercados em Porto Alegre, em geral, não é agradável. Em plena crise, há espaço para esse tipo de coisa, e não é só porque as pessoas precisam comer. Tem a ver com um estilo de vida que começaram a ter e não querem abrir mão — avalia a professora de Antropologia da Alimentação da UFRGS Maria Eunice Maciel.

A pesquisadora também chama as padarias gourmet de “boutique de pães”. Além de estarem localizadas em regiões de maior poder aquisitivo, o pão vendido nesses locais pode custar caro — nos lugares onde a venda é por unidade, há opções entre R$ 9 e R$ 20. Se, por um lado, oferecem um ambiente mais moderno, de certa forma, aproximam-se do passado, quando o dono da padaria era o próprio padeiro.

Mais do que vender produtos diferenciados, no entanto, destaca que todas se apresentam como “espaços de sociabilidade”. Ou seja, não se resumem a um lugar que comercializa pão. Várias também funcionam como cafés, e quase todas proporcionam uma relação mais próxima entre o consumidor e o produtor — em alguns desses espaços, há cursos de fabricação de pães e fermentação artesanal.

— Às vezes nós já abrimos a loja com fila. As pessoas gostam de chegar aqui, ficar, conversar, tirar foto da prateleira. Querem ser ouvidas e acolhidas — conta Amanda Sparemberger, sócia da Levain Club.

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Chegada do inverno aquece vendas de pratos quentes em supermercados e padarias de Belo Horizonte

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Dicas para ter uma padaria de sucesso em 2020